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A EaD para o ensino superior: essa é minha opção


Posso dizer que atualmente eu vivo e participo da educação a distância de diversos ângulos. Sou aluna de dois cursos EaD: Licenciatura em Letras pela UnB – Universidade de Brasília e Aperfeiçoamento em Direitos Humanos pela UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto. Sou secretária do Polo UAB de nossa cidade e também tutora presencial em um curso de graduação (Ufa!).

Conheço e lido com a EaD em três facetas distintas, posso dizer que estou no início, no meio e no fim da linha de atores que norteiam essa modalidade de ensino. Porém, até dois anos atrás, tinha pouquíssimo entendimento do que realmente consistia a aprendizagem mediada pelas TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação). Sequer imaginava um dia fazer parte desse grupo de pessoas que se comunicam, ensinam e aprendem através de microcomputadores.

Porém, assim que comecei a desempenhar minhas atividades no Polo de Apoio Presencial constantei que a educação a distância é uma modalidade educacional a cada dia mais abrangente e portanto, um meio acadêmico com tendência irreversível.

Pessoas de todas as idades, áreas de atuação profissional e gostos estão fazendo hoje da EaD uma possibilidade de ensino com qualidade, gratuito (no caso das universidades federais que oferecem cursos através do Programa Universidade Aberta do Brasil – UAB) e o melhor: com flexibilidade dos estudos.

Particularmente, se tivesse hoje que ingressar em um curso de graduação não teria a menor disponibilidade para enfrentar outra modalidade de ensino presencial, (Letras é minha segunda graduação, sou formada em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda) pois trabalho em dois horários, estou na fase de conclusão da minha pós graduação MBA em Gestão Empresarial e ainda “ataco” de dona de casa nos momentos menos tumultuados da minha vida.

Estou amando o curso de Letras e sei que essa foi uma grande oportunidade que vislumbrei, abracei e não pretendo abandonar jamais. Além de tudo, sempre tive o sonho de me formar em uma Federal, e essa é a minha chance!

Então, vamos lá, vamos embora para estudar!

Abraço!

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Entenda o Bullying

 

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesabully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podesm apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.

Ao surgir uma situação em sala, a intervenção deve ser imediata. “Se algo ocorre e o professor se omite ou até mesmo dá uma risadinha por causa de uma piada ou de um comentário, vai pelo caminho errado. Ele deve ser o primeiro a mostrar respeito e dar o exemplo”, diz Aramis Lopes Neto, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria.

O professor pode identificar os atores do bullying: autores, espectadores e alvos. Claro que existem as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. Mas é necessário distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. “Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?”, orienta o pediatra Lauro Monteiro Filho.

Veja os conselhos dos especialistas Cléo Fante e José Augusto Pedra, autores do livro Bullying Escolar (132 págs., Ed. Artmed, tel; 0800 703 3444):

– Incentivar a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças por meio de conversas, campanhas de incentivo à paz e à tolerância, trabalhos didáticos, como atividades de cooperação e interpretação de diferentes papéis em um conflito;

– Desenvolver em sala de aula um ambiente favorável à comunicação entre alunos;

– Quando um estudante reclamar de algo ou denunciar o bullying, procurar imediatamente a direção da escola.

Fonte: Revista Nova Escola – http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml

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TIC e o processo de construção do conhecimento no ambiente escolar

Atualmente e principalmente em decorrência do advento das Tecnologias da Informação e Comunicação, o professor dispõe de diversos recursos que contribuem para atrair e envolver o aluno em aulas mais dinâmicas e proveitosas, adequando o conteúdo ao público estudantil com que ele trabalha. Além disso, o professor conta com uma infinidade de alternativas didático-pedagógicas, tais como os gêneros textuais (notícias, poesias, charges etc.), filmes e jogos pedagógicos.

Contudo, o uso dessas ferramentas deve ser coerente e alinhado com o projeto político pedagógico da escola, e ser viável e relevante dentro da disciplina, servindo para facilitar/potencializar a aprendizagem dos alunos. O uso das TIC deve ser realizado e orientado com responsabilidade. O espaço virtual é muito abrangente e infelizmente existem vários conteúdos inapropriados para as crianças e adolescentes.

O educador tem que imaginar em quais aspectos o uso dessas ferramentas irá contribuir na aprendizagem dos seus alunos e a forma como essa aproximação com eles será feita. Ele deve pensar quais serão os níveis de dificuldade enfrentados pela turma e também por cada indivíduo. O acompanhamento é fundamental para medir a ambientação dos alunos e os resultados obtidos com a prática tecnológica.

Acredito que o uso desses recursos fazem parte das novas metodologias que podem ser empregadas na escola para facilitar a aquisição dos conhecimentos e também para proporcionar um espaço de interação social e que para os alunos possam produzir seus próprios textos e compartilharem uns com os outros.

Indico a todos os educadores o uso dessas ferramentas, pois tenho a plena consciência que os nossos alunos de hoje necessitam conhecer e dominar as competências tecnológicas e os ambientais virtuais, pois além de se estabelecerem como alunos “antenados” e mais informados, estão se qualificando para um mercado de trabalho mais exigente de informação e conhecimento do que nunca. Por ter vivenciado várias experiências positivas enquanto aluna lançando mão das TIC, penso que como professora também irei introduzi-las a partir de uma didática eficaz e nivelada com a atividade que os alunos irão desenvolver.

O educador tem o papel primordial de mediar o acesso do aluno a esses recursos e estimulá-lo a construir seu próprio conhecimento mais direcionado e focado em uma aprendizagem dinâmica e atualizada continuamente.

O educador possui como missão junto ao aluno, de contribuir para a construção intelectual e pessoal, inspirando-o e influenciando-o positivamente através do reforço de comportamentos, valores e atitudes socialmente aceitáveis e relevantes, de forma que futuramente ele se torne também um indivíduo com postura crítica e ativa dentro da comunidade.

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Os desafios da EaD

Encontrei um vídeo muito interessante sobre a educação a distância. Nele é retratada as experiências de diversas pessoas que estão atuando dentro dessa nova modalidade de ensino, as diferenças, vantagens e desvantagens comparadas com o modelo de ensino presencial. Vale a pena assistir!

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Sobre a questão da evasão escolar nas escolas brasileiras

O abandono por parte do aluno à sala de aula é um dos grandes desafios para a educação no Brasil. É penoso constatarmos que praticamente é inexistente o desenvolvimento de mecanismos que ao menos minimizem as altas taxas de evasão escolar.

As principais causas que motivam o abandono se devem às condições socioeconômicas, (quando a criança precisa trabalhar para ajudar no sustento da família, por exemplo) culturais, (quando os pais proíbem o filho de frequentar a escola, por julgarem perda de tempo e/ou desnecessário) geográficas, (quando a escola fica muito distante da residência do estudante) ou também pelo próprio projeto político pedagógico da escola, que não contempla as necessidades de aprendizagem do aluno e/ou didática do professor que não supre a demanda e perspectivas educacionais do aluno.

Observamos que substancialmente a questão da evasão escola gira mais em torno de interesses meramente estatísticos e financeiros, pois a arrecadação dos governos municipais ocorre conforme o número de alunos matriculados, preterindo o desenvolvimento de uma política voltada para a retenção e aprendizagem desses alunos.

O ponto principal não é apenas existirem vagas para todos estudar, e sim trabalhar com planejamento, valorizando a leitura dos alunos, a formação dos educadores e criar possibilidades de acesso do professor/escola àqueles alunos que necessitam de um acompanhamento individualizado. Conforme conclusão ressaltada na página do IBGE, “a educação no nosso País está longe de ser satisfatória.”

Segue link com os dados estatísticos sobre a educação no país:

http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/escola/dados.html

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O papel na mediação da transformação social enquanto educador

Ao longo dos últimos meses temos desenvolvido uma série de debates em torno do papel da escola e do professor na promoção e efetivação do desenvolvimento pessoal, social e profissional dos alunos. É notória a influência construtiva que o ambiente estudantil traz à criança recém chegada à escola.

Observamos que alguns dias após ao seu início nas aulas, ela evolui muito rápido, começa a interagir com os demais colegas, e quase que instintivamente é criado  um clima coletivo e colaborativo entre eles.

O professor então precisa aproveitar desse ambiente favorável e receptivo para mediar e interagir com a turma, priorizando a socialização mútua da classe, promovendo a troca de experiências e opiniões. Assim o aluno tem a sua curiosidade estimulada, e se mobiliza a buscar respostas às suas dúvidas e questionamentos.

A educação deve ser idealizada e proposta com base na construção e internalização de conceitos e de temáticas abordadas em sala de aula, utilizando metodologias adequadas com o perfil dos alunos.

Mais do que ensinar, ao professor cabe a missão de contribuir para a construção intelectual e pessoal do aluno, inspirando-o e influenciando-o positivamente através do reforço de comportamentos, valores e atitudes socialmente aceitáveis e relevantes, de forma que futuramente ele se torne um cidadão com postura crítica e ativa dentro da comunidade.

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